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14 maio 2008

FESTIVAL INTERNACIONAL DE CURTAS-METRAGENS DO PORTO


Porto 7 é um evento cultural aberto a produtores, realizadores, estudantes, entusiastas, apreciadores da sétima arte e publico em geral.

Um espaço de interacção com artistas, realizadores, público e empresas ligadas ao audiovisual, onde paralelamente ao festival serão desenvolvidas diversas actividades

Competição Internacional de Curtas-Metragens
Competição de Curtas-Metragens Porto

Data limite de submissão de filmes 05 de Junho de 2008
Contactos:
Rua Cândida Sá Albergaria, nº 110 4150-183 Porto
Telf. 969076430 / 960213036 E-mail geral@porto7.com

Mais informações aqui. Porto7

14 setembro 2007

QUEER LISBOA


Há onze anos que o Festival de Cinema gay e Lésbico de Lisboa tenta romper barreiras e preconceitos. Este ano o festival mudou de nome mas a essência continua a mesma.
O Queer Lisboa abre hoje à noite com o filme A Casa de Alice do realizador brasileiro Chico Teixeira.
Em destaque os filmes em competição nas categorias:
Melhor Curta-metragem, escolha do público
Melhor Longa-metragem
Melhor documentário

A secção Queer Pop é constituida por um lote de vídeos que versam a tematica gay: Desde a imprescíndivel Madonna, aos Pet Shop Boys passando por Marilyn Manson, Sigur Ros, Franz Ferdinand e Scissor Sisters.

Além de vários debates, o Queer Lisboa vai lançar um olhar à cinematografia gay portuguesa dos anos 70, através de quatro obras do realizador Óscar Alves.

Por fim vão também ser visionados dois spots contra a homófobia:

LOVE HURTS de Döndü Kilic, Mariejosephin Schneider
SECURITY CAMERA – ÜBERWACHUNGSKAMERA de Christoph Heller


Longas em destaque:
The Blossoming of Maximo Oliveros de Aureaus Solito

A pureza do primeiro amor é maculada pela miséria e corrupção dos bairros de lata de Manila, espaço onde decorre a acção de The Blossoming of Maximo Oliveros. Maxi, um rapaz gay na pré-adolescência, é profunda e serenamente dedicado à sua família de pequenos ladrões. Ele limpa-lhes a casa, cozinha para eles, lava-lhes a roupa, remenda-lhes os jeans esfarrapados, e, quando necessário, encobre os seus passos.

Sexta-feira, 21 de Setembro, Sala 1, 22h00



Já em competição:
THE BUBBLE de Eytan Fox
(Israel, 2006, 115')
v. o. hebraica legendada em inglês

Três jovens Israelitas, dois rapazes e uma rapariga, dividem apartamento na zona artística de Telavive. Procurando pôr de lado os conflitos e centrando-se nas suas vidas e paixões, estes jovens adultos são muitas vezes acusados de viver à margem, numa espécie de “bolha”. Na esperança de que um dia a sua amada Telavive esteja livre dos problemas políticos, os amigos organizam uma rave na praia, contra a ocupação. Mas estes tempos bem passados, rapidamente encontram mais do que simples dissabores e complicações amorosas. Os amigos deverão enfrentar uma amarga verdade: o amor e a amizade não podem esconder a dura realidade de uma região onde a violência é uma constante.


Sábado, 15 de Setembro, Sala 1, 22h00
Terça-feira, 18 de Setembro, Sala 1, 16h30


COMME DES VOLEURS – STEALTH de Lionel Baier
(Suiça, 2006, 112')
v. o. francesa e polaca legendada em inglês

Quando Lionel é surpreendido pela notícia de que a sua família é originária da Polónia, desencadeia-se um tumulto que vai alterar a sua vida e a da sua irmã para sempre. Lionel e Lucie fazem-se à estrada a caminho da Europa de Leste num carro “emprestado”, pertencente à Rádio Suiça, embora incertos da sua descendência Polaca. No percurso, envolvem-se numa perseguição de carro na Eslovénia, em episódios envolvendo uma outra viatura roubada, um casamento e passaportes falsos. O caminho que os leva a Varsóvia vem a revelar-se na aventura pela qual há muito ansiavam. E algures na Polónia, um cavalo afoga-se todas as noites.

O realizador Lionel Baier estará presente na sessão de dia 22 de Setembro

Sábado, 15 de Setembro, Sala 1, 19h00
Sábado, 22 de Setembro, Sala 1, 18h30



WILD TIGERS I HAVE KNOWN de Cam Archer
(E.U.A. , 2006, 81')
v. o. inglesa s/ legendas

Logan, tímido, solitário, é um rapaz que vive uma paixão. Ao contrário do seu igualmente solitário amigo Joey, que vive obcecado com as proezas sexuais dos seus colegas mais velhos, Logan está fixado nos próprios rapazes, especialmente Rodeo Walker. Rodeo é o único do grupo dos rapazes populares que mostra algum companheirismo em relação a Logan, o que significa que não se empenha em tornar a vida de Logan um inferno. À medida que Logan e Rodeo iniciam uma amizade, daquelas que só funcionam em passeios pela floresta quando ninguém está por perto, a paixão de Logan por Rodeo inspira o primeiro a criar uma persona a que dá o nome de Leah. Leah e Rodeo tornam-se íntimos através de eróticos telefonemas nocturnos, e quando Leah concorda em conhecer Rodeo cara a cara é Logan quem finalmente tem de provar que está à altura do que tão dolorosamente deseja.

Quinta-feira, 20 de Setembro, Sala 1, 22h00
Sábado, 22 de Setembro, Sala 1, 16h00


THE PICTURE OF DORIAN GRAY de Duncan Roy
(E.U.A. , 2006, 97')
v. o. inglesa s/ legendas

A beleza é subjectiva, a juventude indisputável. Daí que o casting do Dorian Gray de Duncan Roy nunca tenha partido da ideia de um bonito rapaz, mas antes da sua juventude, uma obsessão da sociedade em que vivemos. Baseado na versão mais gay, da editora Lippincott, da única novela de Oscar Wilde, Roy assina uma versão contemporânea desta fábula clássica sobre a corrupção da alma, contextualizando-a no mundo da arte nova-iorquino. Aqui, explora a relação entre o marchand , o artista e o coleccionador, olhando para o modo como a arte influencia e molda as nossas percepções, tal como no prefácio de O Retrato de Dorian Gray : “Revelar a obra e ocultar o artista é o objectivo da arte… Toda a arte é simultaneamente superfície e símbolo”.

FILME DA NOITE DE ENCERRAMENTO

Sábado, 22 de Setembro, Sala 1, 21h30

30 agosto 2007

FESTIVAL DE VENEZA


Festival de Cinema de Veneza já abriu, este ano sob o signo da guerra e do western spaghetti.
"Por um Punhado de Dólares" foi o filme que lançou um género. Filmado em Espanha, com actores europeus e apenas um americano. Num estilo mais violento, mais sujo, Leone, relançava um género novo de western ao mesmo tempo que dava a machadada final no velho estilo clássico. A cópia restaurada deste que foi o primeiro da trilogia dos Dólares, vai ser um dos grandes momentos da edição deste ano do Festival.
Quentin Tarantino(nem podia ser outro) é o responsável pela escolha de cerca de 30 películas do género a ser exibidas durante o evento.


«Um primeiro olhar sobre a programação do Festival de Veneza, que se realiza entre 29 de Agosto e 8 de Setembro. Nomes sonantes, entre os quais os portugueses Canijo e Oliveira, preparam-se já para a Laguna de Veneza.

Metade dos 22 filmes em competição na 64ª edição do Festival de Veneza, segundo as estatísticas feitas no pósanúncio do programa, é inglesa ou americana - mas traz consigo "uma grande dose de liberdade", garantiu Marco Muller, o director do festival, na conferência de imprensa em que anunciou o "cast" para esta edição. No entanto, faça-se uma panorama geral sobre a programação, e a Ásia, a paixão cinematográfica do próprio Muller, destaca-se.

Realizadores para a Laguna de Veneza, então, entre 29 de Agosto e 8 de Setembro: em competição, Peter Greenaway, Eric Rohmer, Nikita Mikhalkov, Jose Luis Guerrin, Youssef Chahine, Ken Loach, Brian de Palma ou Paul Haggis - os dois com filmes sobre a presença americana no Iraque, respectivamente "Redacted", "puzzle" de histórias sobre soldados americanos no conflito e sobre a cobertura mediática, e "In the Valley of Elah", em que Tommy Lee Jones e a mulher, Susan Sarandon, procuram o filho que regressou do Iraque e desapareceu.

Ou Kenneth Branagh, que mostrará se há mesmo utilidade em fazer um "remake" de "Sleuth". Desta vez, Harold Pinter trabalha a peça de Anthony Shaffer que servira em 1972 a um exercício sobre o jogo e a manipulação realizado por Joseph L. Mankiewicz. Nesse filme, labirinto mortal entre um homem e o amante da sua mulher, as personagens eram interpretadas por Laurence Olivier e Michael Caine; agora Michael Caine repete e entra Jude Law.

Heath Ledger, Christian Bale, Richard Gere ou Cate Blanchett... todos eles fazem de Bob Dylan em "I''m Not There", de Todd Haynes. Também estão no "cast" Charlotte Gainsbourg, Julianne Moore ou Michelle Williams, mas o que fazem não se sabe bem, porque o filme, um dos mais apetecidos do programa, é uma incógnita. Segundo declarações da produtora Christine Vachon, esta biografia "inspira-se na música de Dylan e na sua permanente habilidade de se recriar e reinventar" - e para os conhecedores da obra do compositor, o título do filme é todo um programa de culto, já que se refere a um dos mais famosos "outtakes" da carreira de Dylan, uma canção que ficou de fora do álbum "The Basement Tapes" e que nunca foi editada oficialmente, podendo só ser ouvida em "bootlegs". Depois do seu (famoso) acidente de moto, em 1967, Dylan reuniu-se com os The Band numa casa em Woodstock, em sessões que não tinham como destino a edição, apenas o encontro musical. Mas essas sessões tornaram-se de tal forma míticas, que começaram a proliferar os "piratas". De tal forma, que a Columbia acedeu a editar um disco oficial, em 1975. Mas de fora ficou "I''m not there", que nunca mais foi tocada por Dylan fora das sessões para "The Basement Tapes".

Outro americano em Veneza, Wes Anderson, foi à Índia com os habituais Owen Wilson e Jason Schwartzman, que se fazem acompanhar desta vez por Adrien Brody. O resultado é "The Darjeeling Limited": três irmãos atravessam a Índia de comboio, tentando fortificar os laços afectivos - como é que se dará o universo cristalizado de Anderson em contacto com uma explosiva e estranha paisagem? (Wes Anderson tem outro filme no festival, fora de concurso, a curta "Hotel Chevalier", com Jason Schwartzman e Natalie Portman).

Ang Lee, dois anos depois de ter ganho o Leão de Ouro em Veneza com "O Segredo de Brokeback Mountain", regressa à competição do festival e regressa a casa, à China. "Lust, Caution", produção rodada em Xangai, é passada nos anos 30/40, é um "thriller" de espionagem e uma história de amor entre uma nacionalista chinesa e um oficial de um Governo "fantoche", "apoiado" pelo Japão.

Mais Ásia na competição: "The Sun Also Rises", de Jiang Wen (o director do festival, na conferência de apresentação do programa, falou do filme como "a primeira sátira chinesa ao estilo Emir Kusturica"), "Help me Eros", de Lee Kang Sheng (o realizador é o actorfétiche do cinema de Tsai Ming-liang), "Sukiyaki Western Django", de Takashi Miike, homenagem ao "western spaghetti" (e vejam quem está no genérico como actor: Quentin Tarantino; ou seja, mais "grindhouse"...).

Mais Ásia fora de competição: "Glory to the Filmmaker!", de Takeshi Kitano, que prosseguirá a veia autoreferencial e auto-analítica do anterior (e ainda não estreado em Portugal) "Takeshi''s" - que já era uma espécie de "Oito e Meio" do cineasta japonês. E, tal como o anterior, as primeiras reacções a "Glory to the Filmmaker!" dizem que é um filme reservado a aficcionados (dizem isto de uma maneira bem menos circunspecta, do género "que raio anda Takeshi a fazer?..."). E Ásia ainda na secção competitiva alternativa (com júri diferente daquele que atribuiu o Leão de Ouro) chamada Horizontes: "Useless", o novo documentário de Jia Zhang-Ke (o vencedor do Leão de Outo do ano passado, com "Natureza Morta"). É nesta secção que encontramos o último filme do japonês Shianji Ayoama, ou o documentário de Jonatham Demme "Man from Plains" - um retrato do ex-presidente norte-americano Jimmy Carter -, ou "Mal Nascida", de João Canijo, um filme, segundo a sinopse, sobre "uma mal nascida, uma mal amada e a eterna viúva do seu pai", que prosseguirá a viagem do realizador pelo Portugal profundo.

O outro português em Veneza, Manoel de Oliveira, com "Cristóvão Colombo - O enigma", é exibido fora de competição, tal como os últimos de Claude Chabrol, "La Fille Coupée en Deux", e de Woody Allen, "Cassandra''s Dream", que, leia-se a sinopse, ameaça navegar nas mesmas águas da agonia moral do magnífico "Match Point" (2005): dois irmãos (Collin Farrell e Ewan McGregor), no Sul de Londres, e uma mulher entre eles que usa o seu poder de sedução, levando Farrell e McGregor ao crime.»

Vasco Câmara (PÚBLICO)

18 maio 2007

IAN CURTIS EM CANNES

FESTIVAL DE CANNES

O Festival de Cinema de Cannes já arrancou, e em grande forma. Ontem foi a estreia de MY BLUEBERRY NIGHTS de Kar Wai Wong. Este filme marca a estreia da cantora Norah Jones nas lides cinematográficas.




CONTROL

O filme de Anton Corbijn abriu a Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes. O realizador holandês, ficou conhecido como fotógrafo de grandes estrelas do pós-punk como PIL ou Joy Division e como realizador de video-clips. Com este tão aguardado biopic de Ian Curtis, baseado no livro da sua viúva Deborah Curtis, Corbijn assina a sua estreia na realização de longas metragens.

Sam Riley, que curiosamente, participou em 24 Hour Party People interpretando Mark Smith, o líder dos The Fall, é agora o mítico Ian Curtis, vocalista dos Joy Division.
A dificuldade em lidar com o sucesso, os problemas conjugais e a epilepsia, levaram o cantor ao suícidio no dia 18 de Maio de 2007, há 27 anos atrás. Para a história ficou a lenda, as suas canções e agora o filme.
Para quem, como eu, não pode ir até Cannes, resta esperar pela estreia nacional de Control.


In fear every day, every evening,
He calls her aloud from above,
Carefully watched for a reason,
Painstaking devotion and love,
Surrendered to self preservation,
From others who care for themselves.
A blindness that touches perfection,
But hurts just like anything else

Isolation, Joy Division

26 abril 2007

INDIE LISBOA 2007


Peço desculpa porque não tenho tido muito tempo para actualizar este blogue como eu desejaria.
Uma das consequências disso foi ter deixado passar em branco mais uma grande edição do Indie Lisboa.


Não percam a oportunidade de ver o melhor cinema independente do mundo em Portugal.

Mais em: Indie Lisboa.com

22 fevereiro 2007

FANTASPORTO 2007

O FANTAS JÁ AÍ ESTÁ!
Programa